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terça-feira, 28 de agosto de 2018

CERRADO 100 GRAUS, PURGATÓRIO AMBIENTAL.

É noite, e, estamos em casa, sob o forte odor do lixo queimado, que fora depositado pelas pessoas civilizadas da cidade, nos fundos do Núcleo, nas margens (fundão) da Rua Joaquim Murtinho, escondido,  sentindo ainda o cheiro do mato queimado, cheiro de bichos queimados, (...).
O dia fervia na sombra, acima dos 40 graus, a vegetação seca, sem chuvas a alguns dias, estalava, zumbia, assobiava. 
Então, humanos preocupados em resolver o "problema" seja do seu "lote", ou do lixo,  risca um fósforo, ou um isqueiro, ou sei lá.
Novamente, como no ano passado, fomos "surpreendidos", mesmo estando já preparados, mesmo já ter informado a todos, mesmo colocando placas, mesmo sinalizando, insistindo na manutenção dos espaço, enfim, (...), é cansativo a busca pela re-educação. (...)
O vento mudou e forçou as chamas em direção ao NEPBio-Pantanal, neste instante foi fogo-contra-fogo.
Fogo perto da cerca

No setor leste do NEPBio-Pantanal, surgiu outro grande foco em um monte de lixo.

Ultrapassando nossas linhas de defesa, o vento ajudando.
   
Tentando acerar, abaixando o máximo o mato seco, para que as chamas não alcancem altura.
Outro foco de incêndio vindo em nossa direção.
Recebemos ajuda dos nossos amigos das olarias e de um proprietário de chacará do nosso lado. Neste instante estamos aguardando as chamas chegarem a nossa cerca.

O fogo chegando a cerca dos fundos do NEPBIo-Pantanal


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

PROGRAMA EDUCANDO PARA A SUSTENTABILIDADE DO NEPBIO-PANTANAL. VISITA-AULA DA ESCOLA MUNICIPAL TANCREDO NEVES.


Os jovens estudantes do 9º ano da Escola Municipal Tancredo Neves, foram chegando, no NEPBio-Pantanal, sob um sol morno com ar de frio, conduzidos pela Professora Miriam Raquel, em um cordão de bicicletas e muito entusiasmo.

Já estávamos aguardando as ilustres visitas, enquanto conversávamos que aqui no NEPBio-Pantanal,  toda atividade que envolve pessoas o clima sempre é de descontração, histórias, entusiasmo e muita alegria. 

E assim foi, a juventude chegando de bicicleta, sorrindo, brincando e junto à toda essa movimentação, percebemos, a disciplina colado a postura de respeito a figura da Professora Miriam.

Assim que todos estavam, acolhidos, começamos apresentando o Núcleo Experimental de Permacultura e Bioconstrução do Pantanal e iniciamos a roda de conversa sobre sustentabilidade na prática. 
Neste começo de conversa os jovens já estavam fascinados com o que estavam vendo e conhecendo. Como em muitos aspectos do dia-a-dia de todos nós, muitas vezes nos surpreendemos com a infinidade de coisas que há à nossa volta que não conhecemos.


Depois, visitaram as construções e o tratamento de efluentes, após fomos conhecer a Taipa na oficina Mãos na massa, onde a turma meteu o pé e mãos no barro, ai foi só festa.

Cordão de bicicletas

Roda de conversa, interação e curiosidade











segunda-feira, 16 de julho de 2018

domingo, 8 de julho de 2018

TEIAS DE GENTE. BIOCONSTRUINDO NO PANTANAL.

No NEPBio/ Casa de Cupim e Bambuba, estamos sempre recebendo gente disposta a aprender e trocar experiencias. 
Gente que faz parte de uma teia de gente animada e contagiante que tem cooperado com a proposta do Núcleo. 
Gente que sentiu, praticou. Gente de verdades como as nossas. Gente feliz e contagiante. 


Daniel praticando a taipa de mão.

Professor Laudemir, trazendo matéria prima para os vitrais.



almoço na Bambuba com Daniel e Wuslayne

Ainda almoço na Bambuba

quarta-feira, 4 de julho de 2018

BIOCONSTRUINDO NO PANTANAL. TRABALHOS NA CASA BAMBUBA.

Os trabalhos continuam, sem pausa porém sem pressa.
Corte de bambu

paredes prontas

finalizando reboco na parte externa.

Vitrais na cozinha
 
Assentando vitrais de garrafas

sábado, 30 de junho de 2018

TRABALHO EM CONJUNTO, OFICINA DE TAIPA DE MÃO NO NEPBIO.

Trabalho em conjunto. 
Vida simples, pensamento elevado.
Oficina de Taipa de mão, missão cumprida.
Mãos no barro e muita alegria para o barroteio, foi nessa linha de ação que a oficina de taipa aconteceu neste sábado.
Aprendemos juntos que com a bio-construção é possível construir sua própria casa com um impacto ambiental muito baixo, muitas vezes utilizando técnicas ancestrais e com matéria prima local, sempre que possível. 
Durante a oficina, os participantes aprenderam a técnica de pau a pique, barroteamento, corte de bambu e escolha da terra.


  



Ciranda do barro




parte das paredes prontas






Hora da bóia.





recebendo certificado